Médica salva criança usando embalagem de bolo como máscara de oxigênio, no Rio Grande do Norte
A matéria que chocou o Brasil em julho, foi a de um bebê de três meses que foi internado em um hospital em Santa Cruz (RN) com suspeita de bronquiolite. O bebê precisou usar uma embalagem de bolo improvisada como máscara de oxigênio enquanto aguardava transferência para uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). A mãe do bebê, Kadja Juliane, explicou que ele tem um quadro delicado de saúde, incluindo hidrocefalia, uso de bolsa de colostomia e síndrome de Dandy-Walker, uma malformação cerebral.
Apesar do improviso, a equipe médica fez o possível para atendê-lo, e o bebê “melhorou bastante”. Ele foi transferido para o Hospital Infantil Varela Santiago, em Natal, onde continuará recebendo tratamento.
O nosso presidente Vasconcelos, participou do Fórum do Nordeste e aproveitou para visitar a unidade de Santa Cruz e conversou com o Dr IGOR ROSEMBERG, colega da médica ELLEN KATIENNE FERNANDES SALVIANO DANTAS, que fez o material improvisado para salvar a vida do bebê.
Em uma breve pesquisa, feita pela RenalBahia, descobrimos que o recurso do Fundo Municipal de Saúde em 2024 foi de R$ 11.103.613,79.
Porém, a cidade não conta com nenhum hospital pediátrico e não havia o equipamento que custa R$ 500. A médica, uma heroina, salvou uma vida com saco plástico e papelão.
Mas, longe de ser algo a se comemorar, apenas, precisamos é cobrar da prefeitura o porquê de não haver um equipamento tão barato e que pode salvar vidas.
Veja entrevista com o médico IGOR ROSEMBERG
O que disse o hospital
O hospital municipal de Santa Cruz, na região Agreste potiguar, se manifestou sobre o caso. Em nota assinada pela direção técnica, a unidade de saúde informou que o paciente de 3 meses e 20 dias deu entrada no último sábado (8), com quadro de desconforto respiratório grave, congestão nasal, febre, rinorreia, vômitos e diarreia.
Ainda de acordo com o hospital, o bebê foi medicado e a equipe solicitou vaga de internamento em alguma unidade com UTI pediátrica.
Porém, foi preciso usar o equipamento improvisado enquanto a transferência não ocorreu.
O paciente estava “clinicamente grave, mantendo quadro de desconforto respiratório e taquidispineia”, segundo a nota.
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Médica salva criança usando embalagem de bolo como máscara de oxigênio, no Rio Grande do Norte
A matéria que chocou o Brasil em julho, foi a de um bebê de três meses que foi internado em um hospital em Santa Cruz (RN) com suspeita de bronquiolite. O bebê precisou usar uma embalagem de bolo improvisada como máscara de oxigênio enquanto aguardava transferência para uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). A mãe do bebê, Kadja Juliane, explicou que ele tem um quadro delicado de saúde, incluindo hidrocefalia, uso de bolsa de colostomia e síndrome de Dandy-Walker, uma malformação cerebral.
Apesar do improviso, a equipe médica fez o possível para atendê-lo, e o bebê “melhorou bastante”. Ele foi transferido para o Hospital Infantil Varela Santiago, em Natal, onde continuará recebendo tratamento.
O nosso presidente Vasconcelos, participou do Fórum do Nordeste e aproveitou para visitar a unidade de Santa Cruz e conversou com o Dr IGOR ROSEMBERG, colega da médica ELLEN KATIENNE FERNANDES SALVIANO DANTAS, que fez o material improvisado para salvar a vida do bebê.
Em uma breve pesquisa, feita pela RenalBahia, descobrimos que o recurso do Fundo Municipal de Saúde em 2024 foi de R$ 11.103.613,79.
Porém, a cidade não conta com nenhum hospital pediátrico e não havia o equipamento que custa R$ 500. A médica, uma heroina, salvou uma vida com saco plástico e papelão.
Mas, longe de ser algo a se comemorar, apenas, precisamos é cobrar da prefeitura o porquê de não haver um equipamento tão barato e que pode salvar vidas.
Veja entrevista com o médico IGOR ROSEMBERG
O que disse o hospital
O hospital municipal de Santa Cruz, na região Agreste potiguar, se manifestou sobre o caso. Em nota assinada pela direção técnica, a unidade de saúde informou que o paciente de 3 meses e 20 dias deu entrada no último sábado (8), com quadro de desconforto respiratório grave, congestão nasal, febre, rinorreia, vômitos e diarreia.
Ainda de acordo com o hospital, o bebê foi medicado e a equipe solicitou vaga de internamento em alguma unidade com UTI pediátrica.
Porém, foi preciso usar o equipamento improvisado enquanto a transferência não ocorreu.
O paciente estava “clinicamente grave, mantendo quadro de desconforto respiratório e taquidispineia”, segundo a nota.
